vinte e cinco de agosto
Cada vez que penso que pode ser diferente, logo dou atalho pro pensamento. Não quero que nada se altere porque sou feliz assim, com as suas manias e as minhas manias e as implicâncias bobas que não são sempre pra mim, mas que eu aprendi a entender e então eu te defendo, acho graça, me divirto quando passa. Não quero que seja diferente porque me acostumei em ter você me amparando sisudamente com o olhar de águia afiada, ou carinhosamente como o pingüim que se esgota para que sua cria fortaleça, para que sua cria vá sem medo. Ainda não aprendi a ir sem medo porque amor é tão bom e eu ainda não sei de como pode ser o amor que os olhos não conseguem ver e que nem as palavras conseguem alcançar. Houve medo num passado recente. Tive muito medo. Medo do não – do não ver, não falar, não estar. Tive muito medo do sim – do sim que poderia ser doído, que sim poderia ser grave, que sim poderia ser triste. Hoje sou feliz porque mais uma vez posso te amar na presença. Não há palavras que possam descrever. Felicidade talvez seja isso, ter a oportunidade de estar perto.










medos e medos , como tenho tb.precisamos nos dar à o portunidades...
bjsss, bjs, bjsss